Eridu é o éden mesopotamio, o lugar da criação. Esse é o começo de uma historia que relata como o deus babilônico marduk criou o mundo:
Uma casa sagrada, Uma asa dos Deuses num lugar sagrado, não tinha sido feita,
junco não tinham crescido, uma árvore não fora criada,
Um tijolo não fora assentado, um molde de tijolo não fora construído,
Uma casa não tinha sido feita, uma cidade não fora contruído,
Uma cidade não tinha sido feita, uma criatura vivente não fora colocada(aí).
(...)
Todas as terras eram mar.
A fonte no mar era um cano de água.
Então Eridu foi feita,Esagila foi contruída.
Esagila cujos alicerces Lugaldukuga assentou dentro de Apusu.
(...)
Os deuses, os Anunnaki ele criou iguais.
A cidade sagrada, a morada do prazer para seus corações, assim solenemente a chaman.
Marduk contruiu uma armação de junco na superfíce das águas.
Ele criou o barro e despejou-o na armação de junco.
Para intalar deuse na morada do prazer de seus corações.
Ele criou a espécie humana.
Esta narrativa é um mito de origem- Como foi criado o mundo que o povo mesopotâmio conhecia. Registrado em livros de argila - descoberta arqueologica.
domingo, 31 de maio de 2009
sábado, 30 de maio de 2009
sexta-feira, 29 de maio de 2009
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Monte Sinai III

Não se sabe ao certo onde se localiza geograficamente a montanha de Sinai (Ex 19,2), A partir do século IV, a tradição cristã colocou-a na cadeia montanhosa do Sinai do sul, perto do actual mosteiro de Santa Catarina.
O Nome Sinai pode vir do deus Lua, chamado Sin, divindade comum nos povos semitas.
A montanha do Sinai é, antes de mais, a montanha sagrada do encontro de um povo com o seu Deus. Por isso, o povo não pode subir o monte, nem aproximar-se dele. Deus não fala directamente com o Seu povo; serve-se, normalmente, de intermediários, como por exemplo Moisés.
O Monte Sinai é o monte da Lei, pois é aí que Deus dá os seus mandamentos (Ex 20,1-17), sendo também o monte da Aliança (Ex 24,1-11).
Fonte:
- artigo de Herculano Alves, Revista Bíblica, nº 227
terça-feira, 26 de maio de 2009
Começo do ano mesopotamico
Os sacerdotes babilônicos faziam uma espécie de drama ritual para comemorar o Novo Ano na Mesopotâmia. Este ritual, também, iniciava o ciclo de renovação cerimonial e envolvia a recitação do Enuma elish, o mito da criação babilônico. Os sacerdotes também encenavam alguns dos pontos altos do mito, como a vitória de Marduk sobre o caos e como Marduk estabeleceu a ordem no universo.
Nos primeiros dias da cerimônia, Marduk era simbolicamente confinado no que os textos chamam "a Montanha". Por 3 dias, Marduk permanecia neste Mundo Subterrâneo, reino do caos e da morte. O termo "montanha" também se refere às torres dos templos (ou zigurates). É possível que esta parte da cerimônia estivesse ligada de alguma forma com o zigurate. No quarto dia, o Enuma elish era repetido, e esta ação, provavelmente acompanhada por outras, trazia Marduk de volta à vida e permitia-lhe emergir da Montanha, ou Mundo Subterrâneo. Vimos já como tais metáforas podem ser relacionadas com o nascer do Sol e o começo do Ano Novo."
A relevancia do conhecimento desta informação é de que, são semelhantes a momentos no novo testamento. Jesus tambem passou 3 dias morto e ressucitou.
Ao encenar este mito em termos de ritual num dos pontos de virada das estações do ano, os babilônicos reconheciam a natureza cíclica do mundo. O final de cada ano é, na realidade, uma nova entrada no tempo de antes da criação do mundo. O mundo anterior deve desaparecer antes de ser refabricado, e é por isso que Marduk é aprisionado e sacrificado na montanha.
Os babilônicos também perpetuaram o Casamento Sagrado dos Sumérios. Nele, o rei representava Tamuz e a alta sacerdotisa era Ishtar. A mensagem era a mesma: fertilidade em todos os níveis. A passagem do tempo cíclico significa o mesmo na Babilônia que para outros lugares do mundo: renovação - dos deuses, dos homens, da fertilidade da terra, do calendário e dos céus.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Poema á deusa mesopotamica

Um texto de Ur, (de onde veio Abrãao)na Mesopotâmia, do Terceiro Milênio Antes da Nossa Era:
Nana, grande senhor
brilho de luz dos claros céus,
que traz à cabeça o diadema dos príncipes
Deus justo que traz o dia e a noite, que estabelece os meses, fazendo completar os anos
Outra prece suméria invoca o brilho de Inana, a deusa Vênus, ao entardecer:
Tocha pura que brilha nos céus,
luz celestial que brilha tanto quanto o dia,
a grande rainha dos c~eus, Inana, eu saúdo!.
De sua majestade, de sua grandeza, de sua dignidade sem igual,
de seu brilho aos céus do entardecer,
de seu incendiar dos céus -tocha mais pura -
dela aparecer nos céus tal qual o sol e a lua
conhecida por todas as terras de Norte a Sul
da grandeza da Alta Sacerdotisa dos Céus
À Inana, eu canto!
O apocalipce parece citar este poema mesopotamico, ao falar de uma mulher com coroa de estrelas, brilhante como o sol, com a lua debaixo dos seus pés ...a rainha dos céus.
domingo, 24 de maio de 2009
Filho de Deus não precisa casar?
(Gênesis 6,2)
"... os filhos de Deus viram que as filhas dos homens eram belas, e escolheram esposas entre elas".
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