20 a 26 de março de 2000: Histórica visita do Papa à Jordânia e Terra Santa (Israel e Territórios palestinos) 26 anos depois da de Paulo VI.
sábado, 1 de dezembro de 2007
Papa pela 1ª vez na terra santa
Esta foto registrou O Papa Paulo VI e o Presidente Shazar em Megiddo, Israel - 1964.
O Papa Paulo VI teria sido o primeiro a visitar a terra santa, isso em 1964.
O segundo (registrado como primeiro por ignorancia) teria sido o Papa João Paulo II, no ano de 2000:
"João Paulo II visita a Terra Santa, tornando-se o primeiro papa a pisar em Israel"
Sabe o q isso significa?
Os lideres da Igreja q se diz representar judeu Jesus, demorou 2000 anos para visitar a terra natal do messias Jesus.
Fonte:
Papa Paulo VI em Israel
João Paulo II em Israel - Revista Época
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Mulheres erguendo igrejas primitivas

Este mosaico pertence ao piso de uma igreja cristã do século 3.
Foi descoberto em escavações realizadas em 2003-2005 perto do sitio arqueologico de Tel Megiddo.
O mosaico é decorado com padrões geométricos, tem um medalhão de peixe (símbolo cristão) e três inscrições em grego, referindo-se a uma comemoração a um oficial do exército romano que contribuíu para a construção do mosaico; um segundo quadrado do mosaico estaria honrando a memória de quatro mulheres, e um terceiro quadrado mencionando uma mulher q levantou um altar em honra a Jesus Cristo.

As inscrições do mosaico liga um oficial romano ao cristianismo antes do imperio romano o reconhecer como religião oficial do imperio.
E registra a informação de que mulheres fundavam igrejas e eram homenageadas.
Isso é uma nóticia incrivel.
Imagem do Sitio, 06/06.No sítio arqueologico de Megiddo foi encontrado a única evidência arqueológica de presença cristã na Terra de Israel antes do reinado de Constantino.
Megiddo é mencionado no AT a NT. Em Apocalipice 16:16 este é o lugar da ultima batalha do Armagedon (Ar - Megiddo).
Descoberta publicada em 21/06/06 em Journal HA - ESI 118 (2006) Legio, Kefar 'Otnay Yotam Tepper Yotam Tepper
Fonte: http://megiddo.tau.ac.il/
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Priorado de Sião
Entrevista com Laurence Gardner
"Bastante tolice foi escrita sobre o Prieurè de Sion em tempos recentes. Há certas teorias de conspiração e sociedades duvidosas que retratam o Prieurè como um movimento secreto subterrâneo cuja meta é restabelecer a monarquia dos Merovíngeos na França - mas isto é completamente infiel. "
"A Ordem original de Sion foi fundada em Jerusalém em 1099 pelo Rei Cruzado, Godefroi de Bouillon - um descendente da realeza Merovíngea que reteve a sua identidade individual num ramo dos Cavaleiros Templários para ter o apoio qualificado dos judeus e muçulmanos como um anexo à Ordem Cristã. As duas Ordens compartilharam o mesmo Grão Mestre até 1188, quando a Ordem de Sion separou-se para tornar-se no Prieurè de Sion - ou mais corretamente no Prieurè Notre Dame de Sion ( Priorato de Nossa Senhora de Sion). "
"No inicio dos anos de 1300, os Cavaleiros Templários estavam firmemente estabelecidos na Escócia onde eles estavam especificamente submetidos ao Rei Robert, o Bruce e a Casa Real emergente de Stewart. Enquanto isso, o Priorato de Nossa Senhora de Sion estava dirigido por um adido Templário na França. Eles eram os partidários dos Desposyni Merovingeos e tinham sido responsáveis (juntamente com os seus aliados de Cistercian) para construir as grandes catedrais góticas de Notre Dame em lugares como Paris, Rouen e Chartre."
"O que aconteceu para confundir o assunto foi que, em 1956, um certo Pierre Plantard de Sinclair registrou sua própria misteriosa "sociedade" na França, chamando-a Prieuré de Sion. Porém, nada disto tem qualquer coisa a ver com a historia do Prieuré de Sion original, que permaneceu como anexo templário Jacobino a/ academia científica da Casa Real de Stewart."
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Mulheres excluidas IV
"Na época bíblica, as mulheres dos Patriarcas eram as Matriarcas, mulheres ouvidas, respeitadas e admiradas. Havia mulheres profetisas, juízas e Rainhas. As mulheres estavam presentes no Monte Sinai no momento em que Deus firmou o Seu Pacto com o povo de Israel. Participavam ativamente das celebrações religiosas e sociais, dos atos políticos. Atuavam no plano econômico. Tinham voz, tanto no campo privado como no público.
Com o decorrer do tempo e por força das influências estrangeiras, especialmente a grega, as mulheres foram excluídas de toda atividade pública e passaram a ficar relegadas ao lar. " Rabina Sandra Kochmann
"Se todos os templos israelitas tivessem de fechar, a vida religiosa judaica permaneceria intacta, por que o seu centro está no lar. Os judeus consideram o seu lar um santuário religioso, mais importante q a sinagoga...A nossa religião é essencialmente uma religião familiar."
E quem toma conta da religiosidade dentro de casa é a matriarca, por isso, a fé não morre.
"A tradição judaica impõe poucas obrigações rituais à mulher na vida da sinagoga, mas atribui-lhe responsabilidade total em relação à atmosfera de piedade do lar e à preservação dos ideais judaicos. Ela reúne os filhos..."
Foi no interior das casas q começaram a surgir as primeiras igrejas cristãs. Impedidas de sairem a rua p pregar o evangelho, as mulheres promoviam reuniões nas suas próprias casas e não deixavam a fé morrer.
Suas igrejas cresceram !
"Mas por volta de 150-200 dc, começou a ocorrer a exclusão sistematica das mulheres de qquer posição, em q tivesse voz ativa, visibilidade e autoridade." Teologa Pagals
"Foi no século IV, q as mulheres foram proibidas de possuirem igrejas" (paroquias)
"Motivo: alguns bispos haviam se sentido incomodados, por mulheres realizarem comunhões e curas."
Fonte:
- Misterios antigos
- Comunidade Judaica - http://www.tryte.com.br/judaismo/colecao/br/livro1/l1cap14.php
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Sacerdocio feminino II

"A medida que a mulher faz teologia, ela percebe uma cristologia voltada contra ela." Maria Clara Luccheti Bingemer
A conquista do espaço da mulher no mundo teológico se daria através de muitas lutas, já que por razões históricas, culturais e até por causa de uma hermenêutica um tanto limitada da Sagrada Escritura sua figura seria vedada.
Este fenômeno promoveria uma ação "remodeladora da face da terra". Prometendo um futuro esperançoso no fazer teológico, proporcionando à sociedade sentir e experimentar Deus de um jeito feminino.
Maria Clara no seu livro "Experiência de Deus em corpo de mulher" cobra um diálogo verdadeiro, justo e transparente entre homem e mulher. Até então nosso destino teria sido traçado nos Encontros de Teologos, apenas pelos homens.
A mulher precisa deixar de vista como inimiga do homem e instrumento da tentação. É preciso ficar claro que a mulher tem sido vítima da cultura da época de Inácio.
Gl 3,28 Isto não estaria sendo cumprido na prática.
Fonte: http://www.cienciaefe.org.br/jornal/ago02/mt04.htm
Maria Clara Luccheti Bingemer é doutora em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana (Roma) e professora na Faculdade de Teologia da PUC-Rio.
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Santo Graal

A definição, "Santo Graal", primeiro apareceu na Idade Media como um conceito literário, baseado em uma série de más interpretações dos escribas. Isto derivou-se imediatamente como uma tradução de "Saint Grail" e das formas antigas "San Graal" e "Sangréal".
O Sangue Real (o Sang Réal) mencionado seria o da casa real de Judah: a linhagem do Santo Graal.
Foi simbolizado por muitas coisas, mas como um artigo material é comumente percebido como um Cálice, especialmente um cálice que contém, ou uma vez conteve, o sangue vivo de Jesus.
O Graal foi também retratado como uma Vinha, traçando seus caminhos pelos anais do tempo. A fruta da vinha é a uva - e da uva extrai-se o vinho.
No saber esotérico, um cálice era o símbolo tradicional do útero, e o Sangréal era dito como sendo o Sangue Real levado pelo cálice uterino de Maria Madalena. Era ela quem havia inspirado a "Dompna" (Grande Senhora) dos templários e Trovadores - e eles a chamaram de o Cálice do Mundo.
Esta informação foi suprimida por buscadores de poder externos que têm buscado servir aos seus próprios interesses, em lugar de servir às comunidades que deveriam representar.
Entrevista de L. Gardner ao jornal infinito
domingo, 25 de novembro de 2007
Davi e Salomão

O rei Davi é mencionado nas páginas do Antigo Testamento 1048 vezes, é o assunto primário de 62 capítulos e autor de 73 salmos.
Alguns acreditam q Davi seria um lider tribal apenas.
No que diz respeito aos reis existe uma dificuldade em se obter achados do período mais antigo da monarquia – período de Saul, Davi e Salomão.
As áreas relacionadas aos reinados desses monarcas são muito pouco escavadas e exploradas (principalmente áreas que seriam muito frutíferas para a arqueologia como Jerusalém e Hebrom) devido a problemas de cunho político e religioso que vêm impossibilitar novos achados.
Kathleen Kenyon e o arqueólogo israelita Yigael Shiloh encontraram estruturam mencionadas por Davi, com cerca de 15 metros de altura, conhecida como a Escadaria de Pedra, que era provavelmente a Milo Bíblica, sobre a qual Davi construiu a Fortaleza de Sião (2 Sm 5:7,9).
Em 1997 Ronny Reich (arqueólogo israelita) descobriu na área meridional da "Cidade de Davi" uma enorme estrutura de pedra que atribui-se a uma torre de defesa. Eilat Maar, está entre o "Monte do Templo" e a "Cidade de Davi" realizando escavações no provável local do palácio real de Davi.
Muitos afirmam que o reinado de Davi foi "insignificante", e teria sido exaltado nos escritos pertencentes a seus descendentes.
O reino da Síria ergueu um monumento comemorativo por derrotar seus inimigos (Israel e Judá).
A afirmação de q Davi teria sdo um rei tribal teria partido do diretor do Instituto de Arqueologia da Universidade de Tel Aviv e publicada pelo jornalista Vinícius Romanini.
Ele afirma q não foram achadas ruínas de arquitetura monumental em Jerusalém ou qualquer das outras cidades citadas na Bíblia.
O Templo de Salomão nunca teria existido.
Sabemos da existÊncia de três Templos que estiveram no Monte do Templo entre 960 a.C. e 70 d.C. O primeiro teve sua construção iniciada em 967 a.C. e destruição em 586 a.C. pelos babilônios. O segundo começou a ser reconstruído em 538 a.C., onde passou cerca de 500 anos no processo de reconstrução, sendo concluído definitivamente, restaurado, pelo rei Herodes no período de 19 d.C. até 29 d.C.
Primeiro achou-se a chamada "Estela de Tel Dã", ou seja uma pedra onde suas linhas ‘falam’ de guerras entre os israelitas e os arameus, as quais pela Bíblia sabemos que eram constantes entre Israel e Damasco. Continua um relato a respeito de um rei de Damasco que derrotou um rei da "Casa de Israel da Casa de Davi"!
Essa é uma inscrição araméia escrita aproximadamente 150 anos após o reinado de Davi, que cita a existência de Davi (Não era o rei derrotado), a existência de uma guerra e do reino de Israel e Judá.
"Em 1993 foi encontrada uma pedra datada do século IX a.C. com escritos que mencionam um rei hebreu chamado Davi, mas não há qualquer evidência das conquistas narradas na Bíblia. Davi pode ter sido o líder de um grupo de rebeldes vindos de camadas pobres dos cananeus.
Não há sinal de arquitetura monumental em Jerusalém ou em qualquer das outras cidades citadas pela Bílbia em que o rei Salomão teria construido templos, palácios e fortalezas. Assim como Davi, Salomão seria apenas um pequeno líder tribal de Judá. " Vinicius Romanini
"Da maneira que vejo as descobertas, não há evidência alguma de uma grande e unida monarquia, nem de Jerusalém governando vastos territórios", disse Israel Finkelstein, diretor do Instituto de Arqueologia da Universidade de Tel Aviv. A Jerusalém do Rei David, acrescentou Finkelstein, "não era nada além de uma pobre vila na época".
Ele é chefe das escavações de Megiddo, um sítio arqueológico vitalmente importante no norte de Israel. Seus relatórios de Megiddo afirmam que algumas estruturas atribuídas a Salomão, na realidade, foram construídas depois de seu reino.
Assinar:
Postagens (Atom)

